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Câmara de Vereadores de Juranda

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COMISSÃO PROCESSANTE É INSTAURADA CONTRA O PREFEITO DE JURANDA

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02/06/2016

A 142ª Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Juranda realizada na noite desta segunda-feira, 30 de maio, presidente Celso Rodrigues Modesto (PSD) recebeu mais uma denúncia contra o prefeito Bento Batista da Silva (PSDB).

A denúncia foi protocolada no meio da semana passada, contra o prefeito Bento, dessa vez a denúncia teve como autor o munícipe Oswaldo de Souza Quaresma, o qual teve como base novamente a denúncia do processo de licitação de compra de combustível pela administração municipal, um posto da cidade que foi vencedor da licitação e teria sido representado no Tribunal de Contas do Paraná (TC) pelo vereador José Molina Netto (PT) em 2013, o qual condenou o administrador por indícios de conluio, má-fé, fraude no processo licitatório e prejuízo aos cofres públicos, decisão essa que o prefeito Bento ainda está recorrendo da decisão do TC.

Por força do Regimento Interno o presidente Celso levou para apresentação na sessão para os demais vereadores.

Logo após a apreciação dos vereadores, foi colocado em votação onde foi aprovado o pedido de instauração da Comissão Processante (CP) contra o prefeito Bento, pelo placar de 06 votos a favor, 02 abstenções e 01 voto contra a instauração.

Durante o processo de votação somente o vereador José Aparecido da Silva “Cido da Saúde” (SD) votou contra o pedido de implantação da comissão. Em quanto os vereadores: Celso Rodrigues Modesto “Fião” (PSD), José Molina Netto (PT), Adeir da Silva Mota (PT), Celso Folietti Carnieli (PSC), Claudemir Hernandes (PMDB) e Remi Waldemar Welz (PSC), votaram a favor da instauração da Comissão. Cristiana Aparecida Locatelli Escobar “Cris Brasil” (PMDB) e Mariana Mazur (PPS),abstiveram seus votos.

A Comissão Processante ficou assim definida em sorteio durante a sessão: Remi Waldemar Welz - PSC (Presidente), José Aparecido da Silva “Cido da Saúde” (SD) (Relator) e José Molina Netto - PT (Membro).

Agora a Comissão Processante tem o prazo de 90 dias, conforme o Regimento da Câmara e Decreto Lei nº 201/67 e Resolução Nº 122/2016, para a oitava de testemunhas e direito e defesa do acusado para um parecer final. Após todo o trabalho, o relatório é levado, ainda para análise do plenário, que decide pela veracidade ou não da denúncia, decidindo consequentemente pela cassação ou não de Bento.

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